Dicas de ESTUDOS e profissões

16/05/2009

Você vai cursar...

?

O psicólogo é o profissional que estuda o comportamento humano das mais diversas formas. É responsável por diagnosticar e avaliar distúrbios emocionais e mentais e de adaptação social, elucidando conflitos e questões e acompanhando o paciente durante o processo de tratamento ou cura. Em empresas, o psicólogo também pode participar de processos de seleção e treinamento. "A proposta de formação é generalista, preparando profissionais aptos a atuar em um leque bastante amplo de atividades, abrangendo clínicas e hospitais até times de futebol, associações de bairro e entidades jurídicas", explica Edite Krawulski, coordenadora do curso de psicologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O curso tem duração de cinco anos, com disciplinas mais básicas no início e posteriormente a formação específica, além de diversos estágios profissionalizantes. No entanto, o psicólogo está cada vez mais presente em outros contextos, como nas instituições de ensino, nas empresas e organizações públicas e privadas e nos hospitais. Além dessas áreas, há várias outras em grande ascensão, como, por exemplo: psicologia do trânsito, psicologia do esporte, neuropsicologia, psicomotricidade, entre outras. A psicologia prevê o cuidado com o outro, sendo que isso está além do campo das questões meramente emocionais. "Há que se fazer uma leitura crítica do contexto social, econômico, político e histórico do sujeito.

O mercado de trabalho

Mesmo com o surgimento de novas áreas de atuação, como o atendimento a vítimas de seqüestros e outros tipos de "patologias urbanas", a área clínica continua sendo um desafio para o psicólogo, por causa da concorrência, principalmente nos grandes centros De acordo com pesquisa Ibope realizada em 2004 sobre o perfil do psicólogo brasileiro, 55% dos profissionais relataram atuar na área clínica. Entretanto, outros campos também foram bastante citados, como o educacional, organizacional e da saúde. Agências de publicidade e empresas em geral contratam psicólogos para montar, acompanhar e tabular pesquisas com os consumidores. O setor de saúde, pública e privada, oferece boas oportunidades. "Uma área que vem crescendo muito é a psicooncologia (psicologia aplicada a tratamento do câncer), pois com melhor estado psicológico, aumentam as chances de cura dos pacientes", conta a vice-coordenadora do curso de Psicologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), em São Paulo. Na área social, o juizado de menores e os centros estaduais e municipais de atendimento ao menor infrator, bem como os recém-criados Centros de Referência da Assistência Social (Cras), do governo federal, são opções, mas em geral as vagas são preenchidas por meio de concurso público. Cada vez mais as auto-escolas procuram profissionais para orientar pessoas que têm medo de dirigir.A remuneração salarial inicial é estimada por Edite entre R$ 1.000 e R$ 2.000.

É pra você? 

- Entre as aptidões desejadas, o psicólogo deve ter facilidade de se comunicar, equilíbrio emocional, capacidade de observação e interesse pelos problemas humanos.

O que vem por aí

- Uma tendência é a ocupação de vagas no serviço público, que vem reconhecendo a necessidade e a importância deste profissional, principalmente integrado a equipes de saúde. Na área da psicologia do trabalho, outra tendência são atividades de consultoria em planejamento de carreira, reorientação profissional e preparação para a aposentadoria. Áreas emergentes vêm se consolidando, como a psicologia do esporte e a psicologia jurídica. Atuações nos campos da redução de danos (com usuários de drogas, por exemplo), da assistência em catástrofes e desastres naturais e junto a vítimas de violência também vêm crescendo.

Diferencial

- Para o estudante que busca uma formação mais sólida, Edite recomenda não se ater apenas à sala de aula. "É importante participar de projetos de pesquisa e de extensão desenvolvidos pelos professores, ocupar bolsas de monitorias e desenvolver diversos estágios, de modo a experimentar diferentes áreas, para poder escolher melhor que tipo de atividade vai seguir posteriormente", diz a professora.

O curso

Desde 2006 foram extintas as titulações de bacharel e de licenciado. Apenas os estudantes que já estão na universidade poderão optar por elas. A partir de então, os cursos passam a ser oferecidos com a titulação única de formação de psicólogo, com duração de cinco anos. O curso aborda as diversas correntes da psicologia. Há disciplinas obrigatórias, como neurologia e antropologia, e optativas, como psicologia do excepcional e problemas de aprendizagem. As novas diretrizes também passam a valorizar mais as disciplinas de pesquisa e o estágio (obrigatório) em várias áreas. Para exercer a profissão é necessário registrar-se no Conselho Regional de Psicologia.

O que você pode fazer???


  http://www.brasilescola.com/psicologia/   < acessem, voês poderam conferir mais sobre a psicologia e os assuntos que elas abordam e descobrem...


Galera e lembrem...

Boaaa sorte...

e que fantastica essa profissão...!

acredite em você!




Escrito por Cristian Portela às 20h28
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Fique por dentro das curiosidades que envolvem a:

 

CIÊNCIA

Onde está o cometa Halley?

O Halley é um cometa famoso que "visita a Terra" a cada 75 ou 76 anos, quando atinge o ponto mais próximo do Sol - o periélio. Sua última aparição foi em 1986. Por alguns dias, ele ficou (mais ou menos...) visível até mesmo a olho nu. Ao se afastar da Terra, o cometa seguiu em sua órbita elíptica.Segundo cálculos da Nasa, ele está hoje a 4,7 bilhões de km do Sol. Isso é quase 31 vezes a distância entre a Terra e nossa estrela mãe. E ele segue se afastando. Estima-se que o Halley irá atingir o ponto mais distante do Sol - o chamado afélio - no final de 2023. Nesse ano, o cometa estará a 5,3 bilhões de km do Sol, e, então, irá iniciar seu caminho de volta. Somente em 2061 é que deve acontecer a próxima "visita" do Halley - o ano em que ele atinge o periélio novamente. Ainda é cedo para cravar em qual época de 2061 ele estará mais perto da Terra. Mas a Nasa estima que será no mês de junho.

A velocidade do Halley não é constante. Segundo a Nasa, em 1910, ele passou aqui pela "vizinhança" a 70,6 km/s. Já em 1998, sua velocidade era de 63,3 km/s. A órbita do Halley é retrógrada: ele gira no sentido contrário ao dos planetas. Ela também é inclinada "para baixo", formando um ângulo de 18º com a órbita do Sol.

VER OU VER, EIS A QUESTÃO
O esperado cometa frustrou muita gente em 1986

1910
A visita do Halley no início do século 20 foi muito comentada porque era a primeira feita com a existência de tecnologias de gravação. O cometa foi fotografado pela primeira vez e ganhou "fama mundial"

1986
Cercado de expectativas, o Halley ofereceu um espetáculo bem menor. Além da poluição luminosa, que prejudicou sua observação, a interação dele com a radiação solar deixou-o menos brilhante e visível que o esperado

2061
Em 2061, o Halley deverá se aproximar da Terra basicamente do mesmo jeito que na última visita. Ou seja, os problemas de 1986 - excesso de luzes e poluição das grandes cidades - podem se repetir e até mesmo se agravar até lá.

 

Por que o sabão em pó é azul e a espuma branca?

Porque uma coisa não tem nada a ver com a outra: a cor do sabão é determinada pelo corante usado; já a cor da espuma é resultado da refração da luz nas suas bolhas. Vamos começar com o sabão em pó. Ele na verdade pode ser de qualquer cor, mas os fabricantes costumam escolher o corante azul por uma questão de tradição. É que antigamente as donas-de-casa usavam um produto chamado anil, de cor azulada, para realçar o branco das roupas. Esse tempo já passou, mas a associação “azul-limpeza” foi mantida mesmo nos produtos mais modernos. Independentemente do corante escolhido, a cor da espuma será sempre branca por uma questão do mundo da física, relacionada à refração da luz, como a gente explica nas linhas abaixo. : - )

ORA, BOLHAS!
Moléculas do sabão prendem películas superfinas de água

Quando o sabão em pó é despejado na água, o corante começa a se diluir por causa do grande volume do líquido. Logo, quando as bolhas passam a surgir, o corante que dá cor ao sabão quase não é mais visível.

As bolhas surgem devido a uma característica da molécula do sabão. Ela tem uma “cabeça”, atraída pela água, e uma “cauda”, atraída pelo ar. Por isso, no estado natural, ela fica “confortável” na superfície da água.

Ao remexer a água, adicionamos ar, e as moléculas de sabão se reorganizam. Elas se alinham ao redor de camadas de água cercadas por ar. Essa camada presa entre as moléculas do sabão é a película fina que forma uma bolha.

ARCO-ÍRIS ESPUMANTE
Bolhas refletem tantas cores que vemos só a soma delas

A espuma nada mais é do que a soma de muitas bolhas produzidas pela mistura de sabão, ar e água. E cada bolha age como um prisma, dividindo o raio “transparente” da luz do ambiente em raios com as cores do arco-íris.

Cada refração ricocheteia em outras bolhas, como num jogo de espelhos. Como todos esses raios chegam aos nossos olhos ao mesmo tempo, o que vemos ao olhar uma espuma é o branco, que é a soma de todas as cores.

Para que servem as sondas espaciais?

São equipamentos enviados a outros planetas, satélites,asteróides e cometas que coletam, analisam e remetem informações à Terra. Cada sonda tem objetivos diferentes, que vão desde tirar fotos em close da Lua, como na década de 1960, até desvendar o histórico da água em Marte hoje. A partir de estações na Terra, os cientistas mandam comandos para as sondas e recebem dados enviados por elas, já que elas não são tripuladas. Desde a década de 1950 rolam tentativas de mandar enviados especiais rumo ao espaço. Luna-1, da ex-União Soviética, chegou a registrar dados sobre a Lua, mas apenas sua sucessora, Luna-2, conseguiu pela primeira vez pousar no satélite com sucesso, tudo no ano de 1959. Para explicar como funciona uma sonda, vamos tomar como exemplo a Phoenix, da Nasa, que pousou em Marte em maio deste ano. O apetrecho tem 5,5 metros de comprimento e 2,2 metros de altura no seu ponto máximo. Leia abaixo como essa gracinha de 350 quilos (e que custou 420 milhões de dólares!) ajuda-nos a entender o planeta vermelho. :-!

BBB MARCIANO
A Phoenix tem uma grande câmera no alto, que guia os cientistas que a operam. De olho no terreno ao redor, eles orientam os movimentos do braço robótico. Ao mirar o Sol, é possível estimar a densidade da poeira atmosférica, e, com filtros que geram imagens em diferentes comprimentos de onda, inclusive infravermelho, dá até para verificar a quantidade de vapor d’água naquele dia

PEGA-PEGA
O braço robótico é uma espécie de miniescavadeira, com lâminas na ponta para raspar e colher amostras de solo e gelo. O braço tem 2,35 metros de comprimento e uma articulação no meio para dar mobilidade. Acopladas ao braço, há ainda outra câmera e uma sonda com três agulhas, que detectam temperatura e condutividade elétrica da terra marciana

CÂMERA INDISCRETA
Antes que as amostras de solo sigam para os laboratórios, a câmera acoplada tira fotos do solo ou do gelo para os cientistas poderem analisar o material em estado bruto. Além disso, como fica pertinho da pá da escavadeira, ela dá informações geológicas preciosas, pois consegue fotografar também o subsolo que está sendo cavoucado. Cada detalhe do terreno, como a textura e as camadas, é registrado

PREVISÃO DO TEMPO
Na estação meteorológica, uma caixa mede a temperatura, que varia entre -120 ºC e -30 ºC, e a pressão atmosférica de Marte. O Lidar emite pulsos de laser, que “batem” em partículas e voltam, informando o tamanho e a distância de itens da atmosfera. Outro aparelho, o Telltale, estuda os ventos, tirando fotos de um peso móvel em intervalos de tempo regulares

SÓ SOLO
O Meca (sigla em inglês para Analisador de Microscopia, Eletroquímica e Condutividade) é formado por quatro minilaboratórios, que misturam as amostras de solo (de até 100 gramas cada) a água e analisam características químicas como acidez e concentração de minerais. Um dos experimentos, por exemplo, mistura o solo ao bário para determinar a presença de sulfatos.

Por quanto tempo o gás carbônico permanece no ar?

Segundo um estudo recente feito por pesquisadores da Universidade de Victoria, no Canadá, o gás carbônico (CO2) permanece na atmosfera por cerca de 1?800 anos. Mas o número está longe de ser um consenso entre os cientistas. Na verdade, o número é bem maior do que as estimativas anteriores, que apontavam que o gás ficava no ar por, no máximo, 400 anos. Segundo os pesquisadores da universidade canadense, a diferença ocorreu porque os estudos anteriores não consideravam o efeito do aquecimento na superfície dos oceanos. O CO2 é o principal gás causador do efeito estufa, juntamente com o metano (CH4), o óxido nitroso (N2O) e os clorofluorcarbonos (CFCs). Esses gases formam uma espécie de redoma de vidro sobre a Terra, deixando entrar a luz solar, mas aprisionando o calor refletido pela superfície. O CO2 é o mais prejudicial por ser o mais abundante, respondendo por cerca de 70% da quantidade total de gases-estufa. Segundo o relatório Combater as Alterações Climáticas: Solidariedade Humana em um Mundo Dividido, divulgado em novembro de 2007, Estados Unidos e China são os maiores emissores de CO2 do planeta. O Brasil é o 16º desse ranking, mas, de 1990 até hoje, as emissões brasileiras bombaram: aumento de 58%, principalmente em função do desmatamento da Amazônia, que, segundo o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento Humano (Pnud), é o principal responsável pelo CO2 que emitimos.

Como uma semente evolui até virar árvore?

A semente – óvulo maduro e fecundado da planta – inicia o crescimento absorvendo água do solo e consumindo reservas próprias de nutrientes. Quando as primeiras folhas aparecem, a planta passa a gerar nutrientes pela fotossíntese, absorvendo água, luz e gás carbônico do ambiente. Árvore é o nome dado a vegetações lenhosas de grande porte, com mais de 3 metros de altura e formadas por raiz, caule, ramos e folhas. Elas são classificadas em angiospermas (quando dão flores e as sementes são protegidas por um fruto) e gimnospermas (plantas sem frutos e cujas sementes não têm proteção). Estima-se que existam cerca de 100 mil espécies de árvores, o que representa 25% de todos os organismos vegetais do planeta, atualmente. ;-]

ESPETÁCULO DO CRESCIMENTO
Evaporação de água pelas folhas estimula a subida de minerais capturados pela raiz

A árvore começa a “nascer” quando ocorre a germinação e as três partes principais da semente entram em ação:


• O tegumento protege o conteúdo interno;
• O embrião é formado por microestruturas,como a radícula (ou raiz embrionária) e os cotilédones, que darão origem às primeiras folhas;
• O endosperma é um tecido de reserva nutricional

Sob condições favoráveis de água, temperatura e luz, o embrião deixa o estado de latência e começa a se desenvolver. A semente absorve água do solo e aumenta de volume. Esse crescimento faz a casca se romper e a radícula, estrutura que dá origem à raiz, alonga-se em direção ao solo

O passo seguinte é o desenvolvimento da plântula, nome dado pelos botânicos à planta jovem, ainda incapaz de fazer fotossíntese. Nessa etapa, a raiz se alonga e se ramifica terra adentro para fixar a árvore ao solo

Quase ao mesmo tempo, desenvolvem-se as partes aéreas como o caule e os cotilédones. Também chamados de “primeiras folhas”, eles são ricos em nutrientes e “alimentam” a plântula na fase inicial de crescimento, quando ela ainda não tem folhas “verdadeiras”, capazes de realizar a fotossíntese

Na fotossíntese,a luz solar é absorvida pelos cloroplastos – microestruturas que armazenam clorofila, substância que dá cor verde às folhas. A clorofila e a energia solar transformam, por meio de reações químicas, a água captada pela raiz e o gás carbônico (CO2) retirado da atmosfera em glicose e outros nutrientes

Pequenos poros das folhas se abrem para capturar CO2 e perdem água por evaporação. Para compensar a desidratação, a água absorvida pela raiz, rica em sais minerais como potássio, fósforo e nitrogênio, viaja até o alto da planta por um conjunto de tecidos e vasos chamado xilema

Enquanto o xilema leva água e minerais para as folhas, o floema distribui a seiva que “alimenta” toda a planta. A seiva é um líquido formado por açúcares, aminoácidos e ácidos orgânicos resultantes da fotossíntese

O engrossamento do tronco e dos galhos ocorre quando as células do câmbio vascular se multiplicam, gerando o xilema e o floema. As células mortas do xilema formam as fibras do cerne – tecido que sustenta a planta. A clorofila se acumula nos tecidos mais internos e o caule deixa de ser verde.


Escrito por Cristian Portela às 20h01
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FIQUE POR DENTRO DE CURIOSIDADES....


GEOGRAFIA

Em qual lugar a água do mar é mais quente?

Segundo o Guinness, o "livro dos recordes", a maior temperatura já registrada no oceano é 404 ºC. Só para dar uma idéia, o fogão da sua casa não passa de 300 ºC! Esse calor infernal foi medido no oceano Pacífico, a cerca de 480 quilômetros da costa oeste dos Estados Unidos. Mas você nunca vai conseguir nadar nessa temperatura escaldante. Isso porque o recorde foi medido a mais de 2 mil metros de profundidade, junto a uma fonte hidrotermal, um lugar em que o magma vulcânico fica muito próximo do leito do oceano, aquecendo brutalmente a água. Se você estiver a fim de dar um tibum nas águas de superfície mais quentes do planeta, pegue um avião até a região onde ficam países como Filipinas, Indonésia, Brunei e Timor Leste. Por lá, em qualquer época do ano você pode se banhar em águas que passam dos 30 ºC. Se você não quiser ir tão longe, dê uma chegadinha até o canal de Moçambique, entre o leste africano e a ilha de Madagascar. Nessa área, a água também costuma atingir temperaturas acima de 27 ºC - no sudeste do Brasil, por exemplo, a temperatura média é de 24 ºC. Tanto no sudeste asiático quanto na costa leste da África, a a água é quentinha porque as correntes marítimas que banham a região percorrem uma longa distância, partindo da costa oeste das Américas. Como boa parte do percurso rola na zona equatorial, as correntes recebem um monte de luz solar durante o trajeto. No final da viagem, as águas estão bem mais quentes que no resto do planeta.

Quantas Amazônias existem?

Pelo menos cinco conceitos diferentes costumam ser tomados como sinônimo de Amazônia: Amazônia continental (no Brasil e outros países da América do Sul), bacia do rio Amazonas, Amazônia Legal, bioma Amazônia e floresta Amazônica. Há ainda a confusão que muita gente faz entre o estado do Amazonas e a Amazônia. “Há várias Amazônias, e isso cria uma dificuldade e até uma sobreposição de conceitos e temas”, afirma Reinaldo Correa Costa, geógrafo do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Nem mesmo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sabe, com precisão, delimitar a área que cada uma das “Amazônias” ocupa. O IBGE afirma, por exemplo, que todos os 3,8 milhões de km2 da bacia do rio Amazonas são cobertos pela floresta, mas sabe-se que há, na região, outros tipos de vegetação, como cerrado e campos. Veja abaixo o que significa cada conceito e a estimativa da área de cada um. :-?

TERRITÓRIO DEMARCADO
Amazônia é dividida de acordo com conceitos geográficos e políticos

ESTADO DO AMAZONAS
O Amazonas é a mais extensa das 27 unidades federativas brasileiras, com área equivalente à da Mongólia e pouco menor que todos os estados da Região Nordeste somados. Em mais de 1,5 milhão de km2, há apenas 62 municípios, o que dá uma área média de 25 335 km2 para cada município, tamanho superior à área de Sergipe (21 910 km2)

FLORESTA AMAZÔNICA
Não se sabe ao certo quanto da Amazônia é de floresta. Segundo o IBGE, a área é de 3,8 milhões de km2 , ou seja, o total da bacia Amazônica. Já o Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia afirma que a floresta cobre 64% da Amazônia Legal (3,3 milhões de km2) – a cobertura original, antes do desmatamento, era de 73% da região

BIOMA AMAZÔNIA
O bioma Amazônia é formado pelas regiões que têm o mesmo clima, a mesma vegetação florestal e a mesma fauna. Esse conjunto de fatores cria condições biológicas específicas para a área. O bioma amazônico ocupa 49,29% do Brasil e é o maior bioma terrestre do país – o segundo maior é o bioma cerrado – mas também se estende para os outros países

AMAZÔNIA LEGAL
A Amazônia Legal é um conceito político criado pelo governo brasileiro em 1953, alegando que havia problemas econômicos, políticos e sociais semelhantes nesses estados, mas a divisão não corresponde à geografia natural da Amazônia (no Tocantins, por exemplo, há áreas de cerrado)

AMAZÔNIA
Amazônia é toda a região ocupada pela bacia do rio Amazonas. Como atravessa vários países, não há um órgão responsável por ela. Isso acaba gerando dados conflitantes sobre seu tamanho, que vai de 6,5 milhões a 7,5 milhões de km2. No Brasil, a Amazônia tem 3,8 milhões de km2

É verdade que a massa da Terra está aumentando?

Sim, mas o aumento de massa do planeta não representa uma mudança tão impactante. Ao longo de toda a idade da Terra (algo como 4,5 bilhões de anos) estima- se que ela ganhou um “pneuzinho” em seu diâmetro de apenas 66 cm. Essa “gordura” que aumentou a espessura do plane ta é, em sua maioria, composta de poeira cósmica trazida por meteoritos e demais corpos espaciais que chegaram ao solo terrestre. Comparada com a massa da Terra – quase 6 sextilhões de toneladas –, a massa adicional representada por essa poeira parece bobagem, mas objetivamente o número impressiona: até hoje a Terra “engordou” 675 trilhões de toneladas, o que daria uma média de cerca de 150 milhões de toneladas por ano. Além do peso adicional vindo do espaço, você deve estar se perguntando se o aumento populacional, os carros, as árvores, os prédios e os animais não aumentam a massa do planeta. A resposta é não! A razão para isso é simples: tudo que “nasce” na Terra (desde os seres vivos até qualquer objeto) vem do próprio planeta. “As pessoas crescem e ganham massa graças à proteína total que existe no sistema, que é reciclada pelos organismos decompositores e produtores. Portanto, não há acréscimo de massa nesse caso”, diz o geofísico Eder Molina, da USP. E a prova maior de que realmente a massa da Terra não sofreu alteração em todos esses anos são pa râmet ros físicos, como a posição e a distância da Lua em relação ao planeta, que sempre foi a mesma. :^m

Quais são as melhores cidades do mundo para viver?

Zurique, na Suíça, é o melhor lugar do mundo para viver. Pelo menos segundo a pesquisa anual da Mercer, uma empresa de consultoria em recursos humanos, que avalia a diferença de qualidade de vida entre várias cidades do mundo. No ranking mundial, Zurique é seguida por Viena (Áustria), Genebra (Suíça), Vancouver (Canadá) e Auckland (Nova Zelândia). Rio de Janeiro e São Paulo são as duas cidades brasileiras analisadas pela consultoria e, entre as 215 cidades listadas, ficam na 114ª e 119ª posições, respectivamente. As duas aparecem mal no ranking por causa principalmente dos resultados no quesito segurança pública. A Mercer avalia 39 quesitos, e a pontuação varia em relação a uma nota- padrão 100, que é dada sempre a Nova York. Ou seja, locais com nota maior que 100 têm qualidade de vida melhor do que a cidade americana e as que levam menos de 100 são piores. :-(

MAL NA PROVA
Nota final de Rio e São Paulo fica bem abaixo das top 5.

Cidade                       Nota
Zurique                       108
Viena                           107,9
Genebra                     107,9
Vancouver                  107,6
Auckland                    107,3
Nova York                    100
Rio de Janeiro            74,7
São Paulo                    74,2

Quantos litros de água potável restam na Terra? 

10,5 milhões de km³ conhecidos sem reaproveitar nada de água = consumo de 16,3 trilhões de pessoas em um ano. Considerando que a população se estabilize em 10 bilhões de pessoas em 2050, temos água por 1600 anos ainda.

ONDE A ÁGUA É USADA

69%: Agricultura
Volume mínimo de água para produzir 1 KG do alimento
15 000 L - Carne bovina
3 500 L - Aves
1 900 L - Arroz
1 100 L - Sorgo
900 L - Trigo
500 L - Batata

21%: Indústria
(Quanto de água se usa na indústria – m³/habitante)

2102 - Guiana
1716 - Iraque
1104 - Equador
1033 - Bulgária
1026 - Canadá
942 - Irã
779 - Eua
553 - Índia
502 - França
62 - Brasil

10%: Uso doméstico
No que é usada:

5% Limpeza
10% Cozinhar e beber
20% Lavagem de roupa
30% Descarga
35% Higiene pessoal (banho)

FALTA OU ABUNDÂNCIA?

ÁGUA INSUFICIENTE - 34,7%
China, Espanha, Reino Unido, Irã, Botsuana, Paquistão...

ÁGUA NO LIMITE - 24,5%
Alemanha, Índia, Ucrânia, África do Sul, Coreia do Sul...

ÁGUA ESCASSA
Quênia, Somália, Bangladesh, Arábia Saudita, Hungria...

SUFICIÊNCIA RELATIVA - 16,7%
Argentina, EUA, Japão, Portural, Grécia, Cuba...

ÁGUA ABUNDANTE - 16,3%
Brasil, Chile, Canadá, Austrália, Rússia...

QUANTO CUSTA O LITRO DE ÁGUA
Percentual do salário gasto com água, dados de 2003

Tanzânia: 5,7%
Paquistão: 1,1%
Reino Unido: 0,013%
EUA: 0,006%

ALÉM DA FRONTEIRA
Percentual de água renovável vinda de fora do país

Kuwait: 100 %
Egito: 97 %
Barein: 97 %
Turcomenistão: 97 %
Mauritânia: 96 %
Hungria: 94 %
Moldávia: 91 %
Países Baixos: 88 %
Brasil: 34 %

Qual é a menor cidade do Brasil?

Em extensão, o menor município brasileiro é Santa Cruz de Minas (MG), com 3 quilômetros quadrados, e em população é Borá (SP), com apenas 804 habitantes. Para dar uma idéia do que isso significa, imagine, por exemplo, que, se houvesse uma maratona ao redor de Santa Cruz de Minas, os atletas teriam que dar seis voltas sobre o contorno da cidade para completar os 42 quilômetros regulamentares. Dentro do município de São Paulo caberiam praticamente 508 territórios do tamanho de Santa Cruz de Minas. Pelo critério populacional, a comparação é ainda mais impressionante: a população de Borá é quase 13 500 vezes menor do que a de São Paulo. E, para encher o Maracanã, teríamos que juntar os moradores dos 61 municípios menos povoados do país.


 


 


Escrito por Cristian Portela às 19h51
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Medicina avança em pesquisas sobre transplantes de coração

Caso de paciente com dois corações é um dos exemplos.

Progama da Globo Bom Brasil mostrou a história de um homem, que graças ao avanço da medicina, tem hoje dois corações batendo no peito. As inovações tecnológicas estão salvando vidas. Para tratar desses casos extremos, médicos brasileiros estão pesquisando até corações mecânicos e se especializando em cirurgias complexas, que devolvem a vida a quem tinha poucas chances.

O aposentado Laerte Rodella teve um infarto aos 35 anos de idade. “Quatro anos depois, eu precisei fazer ponte de safena. Não deu certo e vim a necessitar de um transplante”, comentou. Os médicos só contaram depois da operação que ele viveria um bom tempo com os dois corações. Isso foi há 16 anos. “Minha recuperação foi excelente. Consigo fazer vários exercícios. Vou à academia e também caminho. Levo uma vida normal”, contou o aposentado.

No Instituto do Coração de São Paulo (Incor), os médicos acompanham o estado de saúde de outro paciente, que passou pela mesma cirurgia na quarta-feira passada (4). “A próxima semana será uma semana crítica”, alertou um médico. O paciente estava internado há cerca de dois meses à espera de uma chance.

“É um risco muito alto, e o fator determinante nesses doentes é a hipertensão pulmonar. É um doente que está numa fase de adaptação, que foi operado numa situação muito crítica e muito grave. Ele ainda continua numa situação grave, crítica e passando por uma fase de adaptação, que é muito mais de adaptação mecânica de um órgão com outro”, explica Alfredo Fiorelli, diretor do programa de transplantes do Instituto do Coração (Incor). PODEMOS CONFERIR TAMBÉN NO FANTASTICO SOBRE O TRANSPLANTE E TODAS AS PESSOAS QUE SOFREM A ESPERA DE UM TRANSPLANTE VALE A PENA CONFERIR...!

                  Coração artificial

Nos últimos anos, a medicina tem aplicado recursos de outras áreas de conhecimento para desenvolver técnicas que podem aumentar a sobrevida de pacientes cardíacos. Em São Paulo, por exemplo, pesquisadores do Instituto Dante Pazzanese usam engenharia mecânica, informática e eletrônica para aprimorar um equipamento que funcionará como um coração artificial. “Nós não projetamos um aparelho que substitua o coração do paciente, e sim que ajude o coração do paciente a bombear o sangue circulando o sangue por seu organismo”, afirma Aron José Pazin de Andrade, doutor em engenharia mecânica.

Por enquanto, o aparelho está sendo testado em bezerros. Em seres humanos, depois de aprovado, o sistema será implantado logo abaixo do diafragma. Cânulas ligarão um coração ao outro. O sangue será captado dos ventrículos direito e esquerdo e bombeado de volta para o coração natural para as artérias pulmonar e aorta. “Todos esses dispositivos implantados no paciente são auxiliares. Eles acabam deixando o paciente numa forma segura, no tempo que for necessário para fazer o transplante”, acrescenta Andrade.

Na versão que está sendo estudada, o aparelho usa baterias externas. Elas ficariam ligadas ao paciente, que teria que usar um colete para carregá-las. “A ideia é projetar e desenvolver um sistema de controle e baterias também implantáveis. Aí o sistema passa a ser totalmente implantável”, diz o responsável pela pesquisa.

Para o especialista José Henrique Vila, que acompanha o quadro clínico de muitos transplantados, o coração artificial está evoluindo muito, assim como outras tecnologias, mas o transplante ainda será a opção por muitos anos. “Eu imagino que, no futuro, medidas de engenharia genética de células-tronco acabarão por serem talvez a solução a longo prazo. Nesse meio tempo, possivelmente o coração artificial talvez fique barato e possa ser uma alternativa também”, diz Vila, coordenador de transplante cardíaco do Hospital Beneficência Portuguesa.

Ele aposta na prevenção. “Cada vez mais precisamos cuidar melhor da saúde para que não precisemos dos procedimentos de alto custo”, afirma. As chances de sobrevida de quem recebe um transplante simples de coração chegam hoje a 90%. No caso de uma cirurgia em que um segundo coração é implantado, as chances são menores. Ficam entre 40% e 50%, porque a operação é bem mais complexa. O período crítico de recuperação do paciente do Incor vai até domingo (8). Superada essa fase, as chances de uma boa recuperação aumentam muito.

INTERESSANTE!

Áreas beneficiadas pela medicina dos transplantes

Infecções em geral
As pesquisas sobre a rejeição de órgãos transplantados foram fundamentais para a compreensão do sistema imunológico. Graças a elas, nos anos 80, descobriu-se que as células CD4, um tipo de linfócito T, regem a resposta imune do organismo à presença de um agente agressor

Aids
Os estudos em torno dos remédios imunossupressores ajudaram a desvendar como o HIV aniquila as defesas do doente. O vírus da aids inibe a ação das células CD4, levando-as à morte – processo semelhante à ação dos remédios antirrejeição

Diabetes tipo 1
Um transplante de pâncreas realizado em 1984 entre irmãs gêmeas idênticas, nos Estados Unidos, foi decisivo para a caracterização do diabetes tipo 1 como doença autoimune

Artrite reumatoide
O estudo do processo de rejeição impulsionou a criação dos remédios biológicos contra a artrite reumatoide. Eles inibem a ação das citocinas, substâncias do sistema imunológico que estão envolvidas no dano às articulações

Insuficiência cardíaca
Ministrados inicialmente apenas contra a hipertensão, os betabloqueadores começaram a ser indicados para as vítimas de insuficiência depois da constatação de que eles aumentavam a sobrevida dos pacientes à espera de um transplante de coração

Obstrução coronária
A rapamicina, um imunossupressor desenvolvido na década de 90, agora ajuda a desobstruir artérias entupidas por placas de gordura. Quando usada para embeber o stent, a rapamicina previne novas obstruções

Morte encefálica
Para garantir que os órgãos para doação se mantivessem em bom estado, foi necessário estabelecer, nos anos 60, protocolos médicos para o diagnóstico preciso da morte encefálica

Células-tronco
Com os transplantes de medula óssea, comprovou-se a existência de células indiferenciadas capazes de dar origem às células de diversos tecidos e órgãos do corpo humano – depois chamadas de células-tronco.


Escrito por Cristian Portela às 18h26
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A PEDIDOS!

VEJAM ALGUNS COMENTARIOS DE PESSOAS QUE RECEBRAM TRANSPLANTE!


"Há 22 anos, eu recebi na mesma cirurgia um fígado e um rim. Foi o primeiro transplante duplo realizado na América Latina. Eu sofria de uma má-formação congênita do fígado que levou à insuficiência renal. Às vésperas da operação, eu, que tenho 1,78 metro de altura, pesava apenas 54 quilos. Era só pele, osso e nariz, como costumo brincar. A cirurgia durou 27 horas. Eu fui anestesiado no sábado e só acordei na segunda-feira. Fiquei quase dois meses no hospital, tamanho o medo que os médicos tinham da rejeição. Depois da alta, não pude voltar para Campo Grande, minha cidade natal. Tive de ficar em São Paulo, onde ocorreu o transplante, por um ano, para que os médicos conseguissem acertar a dosagem dos imunossupressores. Hoje, estou ótimo. Não sinto mais nada – a não ser o que todo mundo sente: fome, sede, calor, frio... Trabalho normalmente e adoro pescar. Mas meus filhos agora inventaram que eu estou ficando velho e querem me acompanhar. E muita gente na beira do rio não dá – espanta os peixes."
Alfredo Nimer 61 anos, engenheiro civil, transplante duplo de rim e fígado em 1987




Apreensão e felicidade !

"Desconfiei de que as coisas não estavam bem em 2000, quando passei a perder o fôlego em caminhadas curtas, de quinze minutos. Meses depois, ficava ofegante só de subir as escadas da minha casa. Ao identificar a insuficiência cardíaca, o cardiologista tentou controlar a doença com medicamentos. Os remédios funcionaram muito bem por seis anos. Em 2007, no entanto, os sintomas voltaram. Quando soube que o transplante era minha única esperança, fiquei atordoado. No dia 4 de fevereiro, minha mulher atendeu ao telefonema do Instituto do Coração de São Paulo anunciando que havia chegado minha vez na fila. Senti uma mistura de apreensão e felicidade. Mas deu tudo certo. A sensação de ter minha vida de volta supera qualquer sentimento de estranheza por ter um órgão de outra pessoa. Sei que nasci de novo."
Hélio Fujita 61 anos, pediatra, transplante de coração em fevereiro deste ano





Novo Nascimento

"Descobri que tinha hepatite C por acaso, há quinze anos. Tomei remédios para tentar negativar o vírus, mas depois de dez anos infectado comecei a me sentir muito mal: tinha falta de ar, porque a doença afetou os pulmões, e engasgava com os alimentos, porque o esôfago também já estava comprometido. Foi então que os médicos decidiram me colocar na fila do transplante. A perspectiva é que eu esperaria quatro anos, mas meu irmão resolveu me doar uma parte do fígado dele e, em menos de um ano, eu fiz a cirurgia. Tirei a sorte grande. Não sinto mais falta de ar, passei a fazer musculação para ficar mais saudável e voltei a cursar a faculdade de História que eu tinha começado depois de me aposentar. O dia da cirurgia é comemorado até hoje como meu novo nascimento."
José Roberto Nunes
64 anos, professor universitário aposentado, transplante de fígado em 2006



Órgãos não perfeitos
No começo da década de 90, minha equipe em Birmingham percebeu que muitos órgãos antes considerados impróprios para o transplante poderiam salvar vidas. Pouquíssimos órgãos são "perfeitos", mas muitos são adequados e podem ser usados de maneira bem-sucedida em alguns pacientes. Por exemplo: uma pessoa que tem o sangue infectado pelo vírus da hepatite C, mas não tem a doença instalada no fígado, pode ser um bom doador para um paciente com cirrose hepática também causada pelo vírus da hepatite C. Ainda que esse receptor contamine o fígado transplantado, ele provavelmente viverá muito bem entre dez e vinte anos sem comprometer o funcionamento do novo órgão. Com essa mudança de abordagem, foi possível aumentar o número de pacientes salvos. Há vinte anos, de 50% a 70% das pessoas à espera de um transplante de fígado, em todo o mundo, morriam antes ser atendidas. Hoje, esse índice fica em torno de 15%.

Um em dois
A maior inovação dos últimos anos, no campo do transplante de fígado, foi o desenvolvimento da técnica de dividir um órgão para beneficiar duas pessoas: em geral, a menor parte vai para uma criança e a maior fica com um adulto. É um procedimento difícil de ser realizado, mas uma ótima maneira de aumentar o número de operados. Os avanços na área cirúrgica permitiram, ainda, diminuir o sofrimento das pessoas que passam por um transplante de fígado. Há vinte anos, essa operação durava de dezessete a 24 horas. Atualmente, leva cinco horas, em média. O tempo de recuperação pós-operatória também caiu pela metade – de trinta dias para duas semanas ou até dez dias, em alguns casos.

A cura
A maioria das pessoas que passam por um transplante de fígado consegue, hoje, ter uma vida normal. Se o paciente ultrapassar o primeiro ano, a chance de ele durar os próximos vinte, e com qualidade de vida, é maior do que em qualquer outro transplante. Com moderação, ele pode fazer tudo – até tomar uma taça de vinho no almoço. Uma das maiores contribuições para a melhoria da qualidade de vida dos transplantados ocorreu a partir do momento em que otimizamos o uso dos medicamentos antirrejeição, os imunossupressores. Tais medicamentos são muito agressivos e costumam causar problemas graves, como insuficiência renal, hipertensão, diabetes e colesterol alto. Minha equipe em Birmingham começou a usar esses remédios em menor quantidade, de forma a devolver às pessoas uma existência de fato normal. Nós diminuímos as dosagens ao mínimo suficiente para evitar a rejeição e, ao mesmo tempo, reduzir seus efeitos colaterais. De 15% a 25% dos pacientes, especialmente os mais idosos, ainda sofrem com os efeitos da medicação. Mas o mais importante é que, para a maioria das pessoas, o transplante de fígado representa a cura total.

Informações preciosas
O maior gargalo na área dos transplantes de fígado ainda é o número de doadores. Os países com as melhores taxas de pessoas salvas por esse tipo de cirurgia – a Espanha, em primeiro lugar, além de Inglaterra, França e Bélgica – são aqueles que investiram em ações capilares para aumentar o número de doações. Uma das estratégias mais eficazes é criar uma rede de coordenadores de transplantes em todo o país. Esses profissionais monitoram os hospitais para identificar os potenciais doadores, fazem o contato (sempre delicado) com as famílias, explicando que o diagnóstico de morte encefálica é absolutamente preciso e esclarecendo os benefícios da doação de órgãos. Outra estratégia fundamental para incentivar o aumento das doações é informar o maior número possível de pessoas sobre como esse tipo de cirurgia é capaz de salvar milhares de vidas a cada ano. A população tem de ter acesso a todos os dados do trabalho feito pelos médicos. Na Inglaterra, por exemplo, essas informações estão na internet. Dessa forma, as pessoas não precisam acreditar apenas num discurso edificante. Elas têm a oportunidade de conferir os resultados e tirar suas próprias conclusões.

Os mais doentes, primeiro
Administrar a fila do transplante também é fundamental para evitar desperdícios e salvar vidas. É crucial que o paciente mais necessitado receba o órgão primeiro. Já adotado nos Estados Unidos e em boa parte da Europa, esse modelo começa a ser posto em prática por um número crescente de países. No Brasil, isso ocorre desde 2006. Até então, vigorava o sistema da lista cronológica, em que a prioridade era dada a quem estava na lista havia mais tempo. Sob a vigência dos critérios antigos, um paciente muito doente morria antes de chegar a sua vez, enquanto outro, em estado menos grave, era beneficiado. Além disso, o critério cronológico produzia listas muito maiores. Os pacientes com doenças hepáticas costumavam entrar na fila antes de precisar realmente do transplante, apenas por saber que o tempo de espera seria muito longo.

Uma decisão difícil
Há situações em que a pessoa está tão doente que receber um fígado novo não vai ajudá-la. Nesses casos, o melhor é não fazer o transplante. Para receber um órgão doado, o paciente tem de ter mais de 80% de chance de sobreviver por mais de cinco anos com o transplante e 70% de probabilidade de morrer em um ou dois anos se não passar pela cirurgia. Esse é um dos julgamentos mais difíceis que o médico tem de fazer, mas é essencial: se o transplante não pode ajudar uma pessoa, é melhor usar o órgão para melhorar a vida de outra.

As vantagens do controle on-line

O Brasil tem o maior programa público de transplantes do mundo. De cada 100 cirurgias do gênero, 92 são pagas pelo governo, que investe anualmente 530 milhões de reais no sistema. No entanto, para que o país se torne referência na área, é preciso aprimorar o sistema de doação, captação e distribuição de órgãos. Uma das iniciativas mais bem-sucedidas nessa direção foi a da Secretaria da Saúde de São Paulo. Em 2006, ela criou o Webtransplante, uma base de dados on-line que permite aos médicos e ao governo acompanhar diariamente o resultado das cirurgias realizadas no estado e, a partir daí, planejar melhorias. Logo ao entrar no ar, o Webtransplante detectou dois problemas: falhas nas notificações de morte encefálica e poucos doadores efetivos. Muitos órgãos, por exemplo, eram desperdiçados por falhas na manutenção do corpo do doador ou por causa da recusa dos parentes em fazer a doação. Na tentativa de reverter esse quadro, mais de 500 profissionais foram treinados para ajudar na identificação de doadores potenciais e fazer contato com as famílias. Em um ano, o número de doadores aumentou 29% e o de órgãos transplantados, 34%.

Em São Paulo, há ainda o acompanhamento dos pacientes depois do transplante. Pelo Webtransplante, cada equipe médica informa periodicamente à secretaria as condições de saúde dos operados. Como os hospitais têm no máximo dois meses para fazê-lo, sob pena de não conseguir cadastrar mais pacientes na fila, o governo consegue acompanhar o resultado de todos os pacientes, de forma a aprimorar ainda mais o sistema. A partir desse monitoramento, é possível determinar até que ponto um transplante é eficaz ou não – e também o grau de sucesso de cada hospital e seus respectivos médicos. O chefe dos transplantes do Hospital Albert Einstein, Ben-Hur Ferraz Neto, entusiasta do banco de dados on-line, considera que São Paulo tem hoje um dos melhores sistemas de informação sobre transplantes do mundo. "As decisões para melhorar o sistema são tomadas a partir de dados concretos, e não de impressões", diz ele. "Se esse sistema fosse implantado no país inteiro, o Brasil daria um enorme passo adiante."

 

Galera que beleza de pesquisas

muito bom aprende muito e comentei também, tomara que possamos a cada dia e anos

melhorar os atendimentos aos hospitais e terem melhoria especialmente para quem precisa de um transplante..

UMA NOVA VIDA... irei postar mais sobre esse assunto polemico e interessante...

vale a pena conferir..

e assistam ao FANTASTICO programa da globo aos domingos onde aborda muito esse assunto..

fonte: Revista Veja, jornais, e conhecimento sobre o assunto!, programas e jornais!


Escrito por Cristian Portela às 18h24
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VOCÊ VAI CURSAR FÍSICA?

VEJA ALGUMAS CURIOSIDADES DESTE CURSO!

Do infinitamente pequeno ao infinitamente grande. É o estudo da relação entre a matéria e a energia, de suas propriedades e das leis que regem sua interação. O bacharel em Física estuda corpos e fenômenos físicos em todas as escalas – de partículas subatômicas à imensidão do cosmo. Além da pesquisa pura, aplica as leis do mundo físico para a solução de questões práticas e cotidianas. Pode especializar-se em diversas áreas, como acústica, plasma, astrofísica, física nuclear e desenvolvimento de materiais, entre outras. Na indústria faz experiências e análises para criar e aperfeiçoar materiais tecnológicos, produtos e processos. No mercado financeiro trabalha com modelos matemáticos para analisar o comportamento das bolsas de valores. Atua ainda na área de física médica, desenvolvendo e aplicando tecnologias e equipamentos nucleares e radioativos para imagem, diagnóstico e tratamento de doenças. O maior campo de trabalho, contudo, é mesmo o ensino.

O mercado de trabalho

Do infinitamente pequeno ao infinitamente grande.Quem faz licenciatura tem maiores chances de colocação no mercado de trabalho. Isso porque tanto na rede pública de ensino quanto na particular há vagas para o professor de Física em todo o país. No interior, inclusive do estado de São Paulo, faltam professores, o que aumenta a probabilidade de encontrar trabalho. Nos cursinhos pré-vestibulares também é grande a demanda por esse profissional. 

Para o bacharel, o ramo de física médica é um dos mais promissores. Hospitais, clínicas, centros de diagnóstico, órgãos de vigilância sanitária e empresas que desenvolvem produtos biomédicos e equipamentos médicos e odontológicos são os principais empregadores. Bancos e instituições financeiras contratam o físico para desenvolver modelos matemáticos a fim de acompanhar e analisar o movimento da bolsa de valores. Em indústrias, principalmente metalúrgicas e de autopeças, o especialista em materiais tem boas chances de colocação. 

No setor de telecomunicações, ele é contratado para participar de grupos de pesquisas que buscam novas aplicações para os sistemas de fibra óptica e para o desenvolvimento de componentes para essa tecnologia de transmissão de dados, voz e imagem. Nesses casos, as vagas estão concentradas nas regiões Sudeste e Sul. Quem parte para a pós-graduação tem boas oportunidades de lecionar no ensino superior ou atuar em pesquisa, já que muitos cursos da área de Exatas têm disciplinas ligadas à Física.

O curso

No início, há muita matemática e física básica. A partir do terceiro ano, você começa a estudar física avançada, como mecânica quântica, e a aplicar esses conhecimentos nas disciplinas específicas, como relatividade e física nuclear. Algumas escolas oferecem especializações dentro da Física, como Astronomia ou Física Médica. Neste caso, matérias específicas dessas áreas de conhecimento costumam ser oferecidas desde o princípio do curso. 

A maioria das instituições de ensino, entre elas a Unicamp e a USP, oferece ao graduando, já no primeiro ano, a oportunidade de ingressar no programa de iniciação científica, que lhe dá a chance de explorar uma área de conhecimento que, no futuro, poderá ser utilizada no desenvolvimento de produto ou na pesquisa acadêmica ou industrial. 

Para lecionar no ensino fundamental e médio, você deve fazer uma licenciatura ou complementar o bacharelado com disciplinas pedagógicas. Algumas instituições oferecem a licenciatura com nomes específicos, como Ciências (física), Ciências da Natureza (física) e Ciências Exatas (física). Para o ensino superior, é preciso ter pós-graduação. 

Duração média: quatro anos.

Outros nomes: Ciên. (fís.); Ciên. da Natureza (fís.); Ciên. da Natureza e Matem. (fís.); Ciên. Exatas (fís.); Ciên. Naturais (fís.). 


É pra você?

- Se entre suas características está o raciocínio lógico, habilidades matemáticas e computacionais e muita concentraçãoe atenção aos detalhes, a Física pode ser o curso certo.

O que vem por aí

- O mercado de Medicina Nuclear tem absorvido físicos especializados no estudo das radiações. "Os desdobramentos de nossos conhecimentos sobre o átomo e sua estrutura e novas conquistas da pesquisa espacial podem abrir novas possibilidades sempre", acredita o professor.


Diferencial

- Para se destacar já durante o curso, a dica é estudar muito a história das ciências e manter a mente aberta para as possibilidades de aplicações da Física. "Onde houver matéria e energia, lá será necessário um físico", diz Sato. Outro ponto importante é não limitar a formação à graduação. "A Física é uma área muito grande, e a escolha de especialização é fundamental. Um caminho é sempre buscar cursos de pós-graduação, como mestrados e doutorados. A dificuldade, como a de qualquer profissão, é provar que deseja trabalhar sério e estar disposto a aprender cada vez mais", completa.

O que você pode fazer...


COMO ESTUDAR FÍSICA 

                Quando você estuda Português ou História, uma lição passada pelo professor abrange, na maioria das vezes, um grande número de páginas de texto. A Física, tal como a Matemática, é mais condensada. Uma lição de Física pode reduzir-se apenas a uma ou duas páginas. Você poderia decorar a lição, mas isto não lhe adiantaria nada. Algumas vezes, o seu trabalho é compreender urna lei. Depois de compreender essa lei - e a lei é muitas vezes expressa por uma equação - e a puder explicar e aplicar na resolução de problemas, você terá aprendido a lição.

Sugestões para o estudo:

1. Leia toda a lição, a fim de saber do que se trata.

2. Leia novamente a lição, porém, mais devagar, e escreva no seu caderno a lei (se houver alguma) e outros pontos importantes da lição. Verifique se você compreende cada parágrafo. Certifique-se também se compreende o verdadeiro significado de cada palavra nova. Estude com cuidado as definições de termos como "trabalho" e "potência" até ficar completamente seguro do seu verdadeiro sentido em Física.

3. Se a lei for expressa por uma equação matemática, pergunte a si mesmo de que maneira cada símbolo da equação está relacionado com a lei. Por exemplo,  (trabalho = força . deslocamento) nos diz que, duplicando-se o deslocamento, se duplica o trabalho realizado e, do mesmo modo, fazendo duplicar a força, duplica-se o trabalho produzido.

4. Resolva os problemas incluídos no texto do seu livro.

5. Discuta a lição com os seus colegas.

Durante a aula e o trabalho de laboratório

1. Faça, sem hesitação, perguntas a respeito do que você não compreende.

2. Esteja alerta e pronto a explicar o que você compreende.

3. Pense por você mesmo; faça o seu trabalho. Você não pode aprender Física olhando para o seu companheiro.

Revisão para as provas:

1. Estude todos os dias, conscienciosamente, as suas lições. Reveja as notas que tomou na última aula. Nunca deixe as suas notas se acumularem, sem estudá-las metodicamente.

2. Antes da prova, escreva todos os pontos difíceis da parte que está revendo; faça perguntas sobre os mesmos, na aula.

3. Pense nas perguntas que faria se você fosse o professor. Tente responder, você mesmo, a essas perguntas.

4. Faça uma “cola” com as fórmulas ou conceitos mais importantes. Não exagere. Coloque apenas pontos importantes da matéria.

Durante as provas:

1. Antes do professor distribuir a prova, dê uma última “olhadinha” na cola que você fez.

2. Guarde a cola dentro da sua pasta. Você não a usará, já que já memorizou tudo que tinha nela.

3. Ao receber a prova escreva, em algum lugar dela, tudo que puder de fórmulas, conceitos e exemplos. Essas anotações serão muito úteis quando você estiver cansado e surgirem os famosos “brancos” de memória.

4. Faça as questões da prova como se estivesse resolvendo os testes em casa, com calma e muita atenção. Lembre-se que sempre existirão mais questões “fáceis” do que “difíceis” .

5. Lembre-se que quando um aluno diz que foi mal numa prova, é devido aos erros nas questões “fáceis”. Todo aluno que vai mal usa como desculpa as tais questões “difíceis” como argumento para mascarar sua falta de estudos.

6. Sucesso !

Texto adaptado e ampliado de:
“Física Na Escola Secundária”
De Oswald H. Blackwood, Wilmer B. Herron & William C. Kelly
Tradução de José Leite Lopes e Jayme Tiomno
Editora Fundo de Cultura




Escrito por Cristian Portela às 18h03
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QUEM NUNCA DEU UM "BRANCO" NA HORA DE RESPONDER UMA PROVA, OU ATE MESMO NO VESTIBULAR?

VEJAMOS ALGUMAS DICAS IMPORTANTES PARA COLORIMOS ESTE BRANCO QUE NOS ATRAPALHAM SEMPRE!

Como evitar o famoso "branco"

  • Faça apenas uma coisa de cada vez. Não estude assistindo televisão, ou ouvindo música. Só aja dessa maneira, somente quando a música ou a televisão forem fatores limitantes para seu estudo. Ao contrário disso, esse componentes apenas desviam sua atenção, e tornam o estudo muito mais demorado e sem aproveitamento.

  • Não estude conceitos diferentes no mesmo dia. Quando não dominamos algum assunto e tentamos passar para outro desconhecido, a mente não tem tempo suficiente para codificar tantas mensagens.

  • Evite a decoreba quando não há sentido algum. Procure entender o que está sendo decorado.

  • Faça resumos mentais ao final do dia. Lembre de tudo que aprendeu, e veja se tudo está bem claro e ajustado.

  • Elimine todas as drogas. Incluindo álcool e remédios como tranqüilizantes e soníferos, a menos que sejam prescritos por um médico. Cocaína e maconha deixam as pessoas mais esquecidas que o normal.

  • Faça do seu dia um dia proveitoso. Organize seu tempo. Não perca tempo assistindo programas inúteis a seu aprendizado.

  • Dê o melhor de você. Passar no vestibular depende muito da sorte, mas também é fruto de sua dedicação e seriedade.

  • Durma bem. No mínimo de 7 a 8 horas diárias. Revitalizará sua cabeça e seu rendimento.


Não se desespere nem se assuste, se ficar tenso poderá prejudicar toda prova.

Neste momento o melhor é respirar fundo e procurar relaxar.

BOA SORTE!


Escrito por Cristian Portela às 13h32
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Características para cada profissão

Realista: tem boa coordenação motora e é hábil. É poucosociável e agressivo. Não tem capacidade verbal e interpessoal, prefere os problemas concretos aos abstratos. Prefere atividades como exploração, projetos científicos, mecânica. Tem maior capacidade matemática e manual do que verbal Profissões: Engenharia, Cirurgia Médica, Análise de Sistemas

Intelectual: resolve seus problemas por meio de idéias, palavras e símbolos. A capacidade física e social passa para segundo plano. É independente e prefere trabalhar dessa forma, sem dar ou receber ajuda. Prefere atividades que lhe permitam expressar sua inclinação pouco sociável, analítica e imaginativa
Profissões: Medicina, Ciências Sociais, Economia, Odontologia, Veterinária

Social: enfrenta seu ambiente estabelecendo metas, valores e tarefas que lhe permitam aplicar sua capacidade em interesse de outras pessoas e melhorar ou modificar suas condutas. Tem necessidade de interação e é hábil socialmente. Prefere atividades educativas, terapêuticas e religiosas
Profissões: Assistência Social, Turismo, Advocacia, Psicologia

Convencional: enfrenta seu ambiente social e físico elegendo metas, tarefas e valores sancionados pelo costume e pela sociedade. É até certo grau inflexível, conservador e perseverante. Não tem espontaneidade nem originalidade. Prefere atividades passivas e bem organizadas e leva mais em conta o aspecto econômico do que o estético
Profissões: Contabilidade, Hotelaria, Administração de Empresas na área financeira

Empreendedor: enfrenta seu mundo escolhendo metas, valores e tarefas que lhe permitam expressar suas qualidades de ser audacioso, dominante, entusiasta, energético e impulsivo. Prefere atividades que satisfaçam suas necessidades de domínio de expressão artística e verbal, como também de reconhecimento
Profissões: Jornalismo, Administração de Empresas na área de marketing, Advocacia

Artístico: enfrenta seu ambiente usando sentimentos, intuição e imaginação por meio de concepções e realizações artísticas. Prefere atividades musicais, literárias, dramáticas, dando mais valor ao estético que ao econômico
Profissões: Publicidade, Música, Arquitetura, Artes Cênicas

Recomendações para indecisos

Interesses
Enumere o que mais gosta de fazer e as atividades feitas com mais freqüência

Habilidades
Observe o que você tem facilidade de aprender, estudar e fazer

Pesquisa
Busque uma lista com as profissões

Seleção
Relacione o que gosta aos currículos dos cursos

Reviravoltas de alguns  famosos

Quem vê profissionais como a atriz Vera Holtz, de 46 anos, e o jornalista Boris Casoy, de 57, pode pensar que eles nunca tiveram dúvidas sobre qual caminho escolher. Nada mais errado. Vera foi professora no interior de São Paulo, formou-se em Desenho e Artes Plásticas e chegou a fazer mapas geológicos. "Eu era expansiva e parecia feliz, mas sentia uma angústia e uma dor existencial." Fazendo análise, descobriu o talento para o teatro, onde estreou aos 27 anos.

Casoy cursou quase cinco anos de Direito, apesar de já trabalhar na época com jornalismo. A escolha da profissão foi difícil porque sua família não apoiava a decisão. O médico Vicente Amato Neto, de 71 anos, começou a trabalhar como jornalista aos 15, mas se desiludiu com o estágio. Não teve dúvidas ao escolher a medicina. O publicitário Celso Loducca, de 40 anos, iniciou cinco cursos universitários - Biologia, Química, Física, Engenharia, Comunicação e Psicologia - e não concluiu nenhum. Entrou na publicidade para complementar o orçamento e fez uma carreira meteórica.


Escrito por Cristian Portela às 13h18
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15/05/2009

ENGENHARIA AERONÁUTICA....

É o ramo da engenharia que se ocupa do projeto e da manutenção de aeronaves e do gerenciamento de atividades aeroespaciais. O engenheiro aeronáutico envolve-se no projeto e na construção de todos os tipos de aeronave, como aviões, helicópteros, foguetes e satélites. Esse profi ssional é fundamental para a segurança de qualquer vôo. É ele o responsável pelo processo de manutenção, pela realização de reparos e pelas inspeções periódicas da estrutura e dos equipamentos, como asas, motores e fuselagem. Cuida também dos sensores e instrumentos de controle. Além de fabricar aviões, pode gerenciar obras e serviços ligados à infra-estrutura aeronáutica, como a construção de aeroportos, o planejamento de linhas e o gerenciamento de tráfego aéreo.

O mercado de trabalho

Os formados na área raramente ficam sem emprego. O maior número de vagas é oferecido pela Embraer. A empresa também promove cursos de capacitação da mão-de-obra em parceria com o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Com sede em São José dos Campos (SP), a Embraer favoreceu a criação de um conglomerado de indústrias nacionais e internacionais que dão suporte à sua produção, tornando a região o maior pólo empregador do país. Até no exterior há procura por engenheiros graduados no Brasil. A própria Embraer fornece serviços de manutenção para suas aeronaves nos Estados Unidos e na Europa. A busca pelo profissional tende a crescer nos próximos anos por causa dos investimentos que o governo brasileiro planeja fazer na infra-estrutura aeronáutica nacional, voltados à modernização de aeroportos e dos órgãos de controle de tráfego aéreo. A grande frota de helicópteros de São Paulo, uma das maiores do mundo, também abre vagas para o profissional, que fica encarregado, sobretudo, da manutenção de aeronaves e desenvolvimento de novos projetos. Há vagas ainda nas indústrias espacial e de defesa.

O curso

Esse é um dos vestibulares mais concorridos do país. Os dois anos de formação básica trazem bastante física, química, matemática e computação. A partir do terceiro ano começam as matérias tecnológicas, como eletrônica e dinâmica de sistemas de controle, além das específicas. Em aerodinâmica, o aluno estuda dinâmica de gases e fluidos. Em estruturas e materiais, conhece resistência de materiais, cálculo e dinâmica estrutural. E, em mecânica de vôo, aprende dinâmica do vôo, desempenho e estabilidade e controle. Em algumas escolas, o aluno opta por uma área de especialização, no terceiro ano. No fim do curso é obrigatório apresentar um trabalho de conclusão.

Duração média: cinco anos.

Outro nome: Eng. Aeroespacial.

O que você pode fazer


Escrito por Cristian Portela às 12h27
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A pedidos....!

- CURIOSIDADES...!

                    Valeu a pena conferir...!

Engenharia aeronáutica: preparando-se para "decolar"

O avanço rápido da globalização trouxe uma nova realidade para os meios de transporte no mundo. Não só a comunicação precisa ser mais ágil, mas, também, as distâncias devem ser vencidas rapidamente. Nesse cenário, profissionais especializados no desenvolvimento de soluções de transporte começam a visualizar melhores condições no mercado. Esse é o caso, por exemplo, da Engenharia Aeronáutica.

Para o chefe do departamento de Aerodinâmica da divisão de Aeronáutica do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica), Roberto da Mota Girardi, o mercado de trabalho está em franca expansão nessa área. "A Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica), que é quem mais contrata Engenheiros Aeronáuticos no Brasil, precisa, por ano, de aproximadamente 120 profissionais. O Brasil forma, anualmente, 80 no máximo", revela.

Isso mostra que, embora o cenário seja positivo, a profissão ainda está em processo de consolidação no Brasil. Apenas o ITA, a USP (Universidade de São Paulo), a Unitau (Universidade de Taubaté), a Univap (Universidade do Vale do Paraíba) e a UFMG (Universidade federal de Minas Gerais), que conta uma ênfase dentro do curso de Engenharia Mecânica, disponibilizam essa formação.

A graduação nessa área capacita o profissional para projetar um avião, desde o trem de pouso até as asas, além de torná-lo capaz de fazer a manutenção de aeronaves. Durante o curso, o aluno vai ter, como em todas as Engenharias, muitas matérias da área de Exatas, como Física, Matemática, Geometria entre outras.

O coordenador do curso na Unitau, Carlos Antonio Vieira, afirma que o aluno que faz esse curso tem grandes chances no mercado e também justifica a entrada da universidade nesse ramo. "O mercado cria mais vagas do que as universidades formam, e como estamos localizados numa região estratégica, iniciamos em 2005 a nossa primeira turma de Engenharia Aeronáutica" conta.

Leia as entrevistas abaixo e descubra os motivos que levaram um vestibulando, um graduando e um profissional a escolher o curso de Engenharia Aeronáutica:

 

Vestibulando - Por que escolheu a profissão?

Mesmo não tendo parentes nessa área, desde pequeno sempre tive admiração por aviões e a maneira como são feitos.

Graduando - Por que escolheu a profissão?

Eu sempre quis fazer Engenharia. E, dentre de todas elas, a Engenharia Aeronáutica é a que mais oferece chances de emprego, até com certa facilidade.

Profissional - Por que escolheu a profissão?

É muito gratificante para qualquer profissional ver seu nome em um meio de transporte tão importante. Além do mais, é uma profissão que não tem rotina, é muito dinâmica.

Vestibulando - O que espera do curso?

Um bom curso de Engenharia Aeronáutica é o que ensina o funcionamento de um avião e como solucionar seus possíveis defeitos, além é claro, de projetá-los.

Graduando - O curso corresponde às suas expectativas?

Ainda não, porque falta uma infra-estrutura melhor. A partir do ano que vem, isso será melhorado com uma nova grade curricular que será implementada pela universidade que curso.

Profissional - O curso correspondeu às suas expectativas?

Caberia um pouco mais de prática ao curso, pois há muita teoria. O curso corresponde sim, mas deveria deixar o aluno mais familiarizado com o mercado.

Vestibulando - Quanto espera ganhar depois de formado?

A partir de R$2.500 acredito que seja um bom salário para profissionais dessa área.

Graduando - Quanto espera ganhar depois de formado?

Algo em torno de R$ 8.000.

Profissional - Quanto ganha?

De R$ 6.500 a R$7.000.

Vestibulando - O que acha que vai encontrar de melhor na profissão?

A possibilidade de trabalhar no que gosto. Os cálculos e a aerodinâmica também me atraem muito.

Graduando - O que acha que vai encontrar de melhor na profissão?

A criação, o orgulho de elaborar um projeto com seu nome e ver esse projeto dar certo.

Profissional - O que acha de melhor na profissão?

A responsabilidade com que o engenheiro trabalha, seja qual for a área que ele atue. Essa é uma profissão que exige muita responsabilidade, que não tem rotina, e isso é o que mais me atrai.

Vestibulando - O que você acha que vai encontrar de pior na profissão?

É uma profissão muito desgastante, exige muito do profissional, tanto física como psicologicamente.

Graduando - O que você acha que vai encontrar de pior na profissão?

A infra-estrutura do sistema aéreo brasileiro, que é deficiente e vem dando mostras disso. Além disso, as providências anunciadas pelo governo são insuficientes.

Profissional - O que você acha de pior na profissão?

A área da manutenção, pois é uma área crítica. Existe um preconceito contra esses profissionais, que tratam da segurança direta de milhões de pessoas. Esse preconceito não é de todas as empresas, mas acontece. O que é uma pena, pois esses profissionais são importantíssimos e merecem um investimento maior.

Vestibulando - Que análise você faz da profissão no Brasil?

Pelo que acompanho, esse setor está crescendo muito no Brasil através da Embraer, que fabrica aviões para o mundo inteiro. Também, com a queda dos preços das passagens, cada vez mais as empresas aéreas precisam de profissionais para a manutenção de suas aeronaves.

Graduando - Que análise você faz da profissão no Brasil?

Uma das mais promissoras, pois temos a Embraer, que exporta para o mundo todo, e várias promessas de capital estrangeiro para investimento na área. Além, naturalmente, das empresas aéreas.

Profissional - Que análise você faz da profissão no Brasil?

É uma profissão em que o volume de passageiros cresce 10% ao ano e o número de aeronaves só aumenta. O mercado é altamente promissor, pois há carência de profissionais no mercado.

Vestibulando - Que dica você daria a estudantes que estão em dúvida entre Engenharia Aeronáutica e outras áreas?

Para quem gosta de resolver problemas e de criação de projetos na área aeronáutica, essa é a profissão ideal.

Graduando - Que dica você daria aos estudantes interessados em Engenharia Aeronáutica?

Estudar muito, pois de todas as Engenharias é a que exige maior dedicação. Na minha opinião, é a mais difícil de todas.

Profissional - Que dica você daria aos alunos interessados nessa profissão?

Eles têm que fazer uma auto avaliação, se querem ser um engenheiro de projetos ou se querem ir para outras vertentes da área, como a aviação civil. Tem espaço para os dois no mercado, porém, aquele que tem um perfil administrativo e não busca apenas a área de projetos, tende a ter uma melhor remuneração num menor espaço de tempo.

 

Boa Sorte!

e confie sempre no SEU POTENCIAL...!

 

 


Escrito por Cristian Portela às 12h26
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QUEM NUNCA PENSOU EM SAIR DE SUA CIDADE E IR ESTUDAR EM OUTRO LUGAR ESTADO OU EM CAPITAL? ATE MESMO FORA DO PAÍS?

A PROXIMA REPORTAGEM QUE PODERAM CONFERIR ABORDA QUAIS MUDANÇAS ENVOLVEM QUANDO TEMOS ESSA NOVA VIDA! PODERAM CONFERIR TAMBÉM DEPOIMENTOS DE PESSOAS QUE MUDARAM, QUAIS FORAM OS OBSTACULOS QUE PERCORRERAM, E  TEM MUITAS DICAS...!

CONFEREM!

 

VIDA NOVA!

Imagine ter que acordar cedo sozinho, pegar ônibus, almoçar em restaurantes, dividir a casa com um monte de gente diferente, ter que cuidar da limpeza do local e ainda cuidar para que as contas não se atrasem... Agora imagine fazer isso tudo todos os dias e ainda em outra cidade, longe dos seus pais e familiares. Essa é a opção de vida que muitos estudantes fazem quando resolvem se preparar para o vestibular ou fizer uma faculdade longe de casa, em outra cidade. Geralmente, esses jovens migram do interior para as capitais, atrás de melhores escolas e universidades.

Mas é claro que nem sempre as coisas acontecem como narrado acima. Existem diferentes tipos de habitações para calouros de fora, como os alojamentos oferecidos por universidades para os estudantes que passam em seus vestibulares e não têm onde morar, as repúblicas (pequenas pensões onde estudantes dividem apartamentos) e, para quem tiver mais condições, apartamentos ou casas alugadas. Na maioria das vezes, os estudantes da mesma cidade dividem apartamentos por já se conhecerem, mas, pode acontecer de você só conseguir dividir moradia com pessoas desconhecidas.

A decisão!

Esse não foi o caso da recém formada jornalista Camila Ligeiro, de 23 anos. Camila vive a sete anos em Goiânia, cidade onde cursou o 3º ano do ensino médio, cursinhos e onde fez a faculdade de Jornalismo, na Universidade Federal de Goiás. Os pais da jovem vivem em Barra das Garças, Matos Grossos, de onde ela saiu aos 17 anos com um irmão mais novo para viverem sozinhos em um apartamento comprado pelo pai. Ela conta como foi a decisão de morar fora: “Não foi fácil, é claro! É muito difícil escolher ficar longe da família e dos amigos. Mas precisei sair de casa para encarar um ritmo mais puxado de estudo e me preparar bem para o vestibular”. E mais, Camila passou no vestibular em duas instituições públicas (em Goiás e Mato Grosso), mas preferiu continuar em Goiânia onde, segundo ela, “posso procurar melhores empregos e também os melhores cursos, já que não pretendo parar de estudar tão cedo”.

Caminho inverso fizeram os jovens José Ângelo Campolina, de 21 anos, e Eduardo Moreira, de 22. Os dois partiram de Goiânia para estudar na Universidade Federal de Santa Catarina, a UFSC, onde cursam, respectivamente, Direito e Engenharia Elétrica. Muitos irão identificar-se com a história de José Ângelo que, como filho único, transformou radicalmente sua vida mudando-se para Florianópolis. Ele conta que foi difícil para os pais aceitarem sua decisão no início, mas eles acabaram percebendo que seria melhor para o futuro profissional do filho.

Amadurecimento

Morar sozinho longe dos pais tem suas vantagens e desvantagens. Uma das vantagens é a oportunidade de fazer um curso superior que não seja oferecido em sua cidade ou estudar em um colégio melhor. Além disso, você poderá conhecer novos ambientes e fazer novas amizades. Esse mundo totalmente novo o ajudará a desenvolver uma maior autonomia. Lidar com as pequenas peculiaridades do dia-a-dia (pagar contas, cuidar da limpeza e preocupar-se com a comida) o ajudará a amadurecer. Isso foi fácil para Camila Ligeiro, já que, primogênita de 6 irmãos, ela desde cedo ajudou a mãe nos afazeres domésticos e acabou adquirindo cedo sua maturidade.

José também considera que amadureceu bastante desde que assumiu sozinho um apartamento e as rédeas de sua vida: “Tornei-me uma pessoa mais calma, paciente, centrada, passei a perceber que eu não vivia numa bolha e que o mundo não girava ao meu redor (impressão que eu tinha quando morava com meus pais). Aprendi também a me virar sozinho, a conviver com as adversidades e diversidades (esta última com relação às pessoas) e descobri que liberdade deve vir sempre acompanhada de responsabilidade para que se tenha sucesso em qualquer coisa que você fizer na vida”.

Morar sozinho dá trabalho

Outro aspecto ruim é que viver sozinho dá muito trabalho. De uma hora para a outra você se torna o responsável por deveres que nunca tomou idéia de como se faz (por exemplo, quanto tempo dura um botijão de gás ou quais produtos de limpeza deve comprar para lavar as louças ou o banheiro). “No começo era meio chato, mas hoje em dia já estou acostumado”, declara Eduardo. É claro que, com o tempo e a rotina, a tendência é acabar assumindo essas tarefas com naturalidade, o que acaba logo se tornando banal. E, como considera José Ângelo, “a necessidade é a melhor das professoras, logo aprendi a me virar sozinho e tiro isso de letra”.

Já Camila encarou com naturalidade esse detalhe da nova vida: “Nunca aprendi a cozinhar, mas me viro bem no resto. Essas atividades são parte da independência que tenho e me fazem muito bem. Sinto-me mais dona da minha própria vida tendo esses pequenos afazeres”, completa ela.

Muitas vezes, essa mudança acaba apontando outros rumos para a vida do jovem. José Ângelo, por exemplo, não pretende voltar para Goiânia ou para São Luís do Maranhão, onde nasceu. E Eduardo diz que seu futuro depois de formado depende das oportunidades de trabalho. Ainda mais que voltar para a casa dos pais depois de adquirir certa independência torna-se complicado. “Depois de morar fora, você já não aceita com tanta facilidade intromissões nas suas coisas, quer resolver tudo sozinho”, diz Eduardo.

Família e Amigos

Uma desvantagem dessa mudança radical é a perda do convívio com a família e os amigos. Se não for de fazer amizade fácil, o jovem pode se sentir muito sozinho e não se adaptar à nova vida. “Fiz poucos amigos quando vim morar em Goiânia. As amizades mesmo só vieram depois de entrar na faculdade e mesmo assim, bem aos poucos, na medida em que íamos nos conhecendo melhor. Para mim foi a parte mais difícil de toda essa experiência, porque durante muito tempo eu me senti um pouco só, perdida numa cidade desconhecida”, conta Camila.

Já os dois jovens que se mudou para Santa Catarina passaram por esse problema sem grandes dificuldades. Tanto Eduardo quanto José Ângelo fizeram amizades logo na nova cidade. “Logo no começo fiz poucas, mas boas amizades. Com o passar do tempo fui ampliando meu círculo de amizades em Florianópolis”, disse José.

Para quem tem namorado (a) na cidade natal a partida fica ainda mais difícil. Ou o namoro fica firme e forte com a distância ou acaba, como foi o caso da Camila que namorou à distância durante 4 anos. ”Nunca foi muito fácil, mas havia cooperação. Víamos-nos sempre que dava e isso funcionou por um bom tempo. Mas, fomos ficando cada vez mais distantes em nossas pretensões e tomando rumos diferentes em nossas vidas e isso sim nos afastou”. É nessas horas que você tem de fazer uma escolha consciente (afinal é o seu futuro que está em jogo). E, se serve de consolo, Camila até arrumou namorado em Goiânia, com quem está há 3 anos e muito feliz.

Eduardo passou por situação semelhante. Depois de ir pra Florianópolis conheceu uma garota e engatou um “NAD”, ou seja, namoro à distância. “No começo era tudo uma maravilha, mas depois ficou insustentável. Terminamos”, disse Eduardo. Mas, muita calma nessa hora. Afinal, isso não é uma regra e todos sabem que um relacionamento pode dar certo ou errado estando perto ou longe.

Algumas Dicas IMPORTANTES...!

Calma, não comece a arrumar as malas nem desista da idéia de deixar sua cidade antes de ler algumas dicas:
- Procure refletir um pouco sobre você e seus modos antes de procurar uma república ou alguém pra dividir um apartamento, como: “Tenho mania de limpeza?”, “Gosto de dormir cedo ou acordar tarde?”, “Sou bagunceiro?”, “Que tipo de moradia mais combina com meu estilo de vida?”, “Como era na casa dos pais, dividia quarto ou tinha um quarto só meu?”.
- Não fique eufórico com a idéia de ficar livre dos pais (poder sair e chegar na hora que quiser sem dar satisfação), lembre-se que liberdade e responsabilidade têm que andar juntas (como disse o experiente José Ângelo). Se não cuidar de você mesmo e de seu futuro, pode jogar fora suas oportunidades;
- Converse com alguém que vive ou tenha vivido experiência semelhante e pergunte tudo que você não saiba, tire todas as dúvidas;
- Procure conhecer bem a cidade para onde deseja se mudar (sua história, localização exata, costumes, ruas e avenidas e, é claro, as linhas de ônibus).

Sem arrependimento

Finalmente, antes de fazer a escolha entre ficar em sua cidade e estudar fora, pese as vantagens e desvantagens das duas opções e faça a escolha que considera correta para você (não para os pais ou o (a) namorado (a)). Morar fora, ganhar independência o ajudará a amadurecer e adquirir responsabilidade. E ficar na casa dos pais lhe dará segurança e estabilidade. Então, faça a sua escolha e não pense em se arrepender ou não. Pense que de alguma forma você ganhará experiência e conhecerá novos rumos. “Nunca me arrependi de sair de casa, pelo contrário. Acho que abri um caminho em toda família, porque agora meus irmãos sabem que têm outras opções e podem também querer buscar novos horizontes e parar de depender tanto dos nossos pais”, conclui Camila Ligeiro.

Eduardo é categórico ao dizer que “faria tudo de novo” e o ambicioso José Ângelo pretende alçar vôos ainda maiores: “Espero poder continuar crescendo cada vez mais e aprendendo coisas novas”.

 

BOA SORTE...

MAS PARA TER UMA VIDA NOVA...

DEVEMOS PENSAR MUITO NOS OBSTACULOS QUE IREMOS PASSAR E COMOS SOLUCIONAR

AINDA MAIS QUANDO PASSAMOS UM BOM TEMPO COM FAMILIARES E PAIS ONDE ELES QUE PROVIDENCIAM TUDO O QUE QUEREMOS

SEM NOS PREUCUPAR COM TUDO ISSO...!

Abraço! Riso


Escrito por Cristian Portela às 11h43
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Balada x Vestibular: essa mistura é possível?

Todo mundo ouve no 3º ano que este será o ano do sacrifício. O ano em que você terá que renunciar a tudo o que mais gosta para cair de cara nos livros. Mas será que é assim mesmo? Será que é preciso abrir mão de tudo o que é bom para passar no vestibular? Para muitos, sim, para outros, não.

Para a psicanalista Suely Marques, os estudantes devem manter o foco, mas adverte que eles não podem se privar das atividades de lazer. Muitos são os estudantes que viram pacientes em clínicas de psicologia por não saberem lidar com o stress e a pressão que atormentam os vestibulandos. É pressão de pai, de mãe, de escola e, muitas vezes, até deles mesmos. O vestibular é importante, sim, mas como todas as outras coisas na vida, devem-se evitar o exagero.

 O que fazer, então?

O ideal é manter o ritmo, estudar um pouco todos os dias, não deixar tudo para a última hora e revisar ao longo do ano todo. Assim fez Izabela Viegas, 27, estudante de Direito da Universidade de Coimbra, em Portugal. Ela, que prestou o vestibular das três maiores faculdades de Minas Gerais, foi aprovada em todas, fez um pouco do curso no Brasil e agora vai terminar a graduação em um dos mais conceituados cursos de Direito do mundo. Isabela afirma que tinha uma rotina diária de estudos de aproximadamente 5 horas, no entanto, reservava o sábado e o domingo para descansar. “Era como se fosse um trabalho: estudava de segunda a sexta e me distraía aos fins de semana”.

Outra estudante que não se “sacrificou” durante o ano do vestibular foi Letícia Cristovam, 22. Ela garante que não se privava de festas durante o último ano do ensino médio, mas evitava aquelas que aconteciam na sexta, porque tinha aula no dia seguinte. Assim como Isabela, Letícia não estudava nos fins de semana, “sem chance”, e reservava esse período para embarcar até às 4h da manhã na curtição. “O segredo foi não exceder em nada, nem estudava demais e nem farreava demais.” Para quem imagina que essa mistura não foi boa, engana-se: ela foi aprovada nas duas universidades públicas de Goiás e hoje faz Engenharia Civil, na UEG.
É muito importante que o estudante conheça os seus limites. Não é bom ficar até muito tarde estudando ou farreando e dormir pouco, porque o corpo precisa recuperar as energias para conseguir apreender todo o conteúdo. Pedro Balby, 21, foi adepto do descanso durante o seu ano vestibular. Ele, que estudava no período da manhã, reservava três horas da tarde para tirar um cochilo e só depois disso é que estudava um pouco. “Só estudava mesmo quando tinha prova no dia seguinte e aí ficava quatro, cinco horas em cima dos livros”.
Pedro conta ainda que não dispensava um “futebol” e saía regularmente para bares, festas e boates. “Nada em excesso, saía pra me distrair, não pra acabar com a minha disposição”. Hoje Pedro está no último ano da faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás. Parece que o segredo é esse mesmo: não exceder. Ir à festas não significa que você tenha que se embebedar e ficar até o amanhecer, mas sim se divertir, conversar, dançar e relaxar. A intenção é que você não esteja um caco no dia seguinte, porque a vida continua e é preciso estar bem disposto para aproveitar o tempo que você tem para se preparar.

 

Bicho de sete cabeças!?

Não, o vestibular não é um bicho-papão, nem um bicho de sete cabeças. É uma época de muito preparo e de consciência que uma única vaga é disputadíssima. Isso não significa, porém, que você deva passar a respirar, comer e beber “vestibular”.

Uma dica muito importante: organize os seus horários. Faça um quadro e mantenha-o num lugar bem visível para você. O esquema deve ser montado de forma que divida o seu tempo em “tempo para estudar” e “tempo para relaxar”.Tem muitas dicas embaixo para você que ira prestar vestibular, o ideal é que o estudante não exceda o tempo de 4 horas diárias em cima dos livros, por isso, fizemos um quadro modelo para você se inspirar e adequar ao seu jeito de ser.

Agora aprenda como fazer a sua tabela! O período da manhã é reservado para o colégio, menos o Domingo, e já que não há necessidade de acordar cedo o melhor é aproveitar o tempo para descansar (inclusive das baladas do sábado). Importante do domingo: não se exceder no descanso também: quanto mais você dorme, mais o seu corpo pede por descanso – o ideal é não ficar até muito tarde na cama.

Depois que a gente chega do colégio, tudo o que se quer é comer e tirar um cochilo. Isto não é proibido, muito pelo contrário: é muito saudável. Depois que você come, o seu corpo concentra o sangue e as energias para digerir o almoço, ou seja, sua força está no seu estômago. Nem adianta ficar forçando o cérebro, não vai sair nada, portanto, o melhor é comer e dar um tempo. Duas horas são suficientes, nada de pegar o resto da tarde pra dormir!

Depois de descansar, o jeito é pegar no batente: 4 horas de estudo, que você deve concentrar em alguma área, por exemplo: tente ver o conteúdo de matemática, física e química num dia só, porque assim o seu cérebro vai estar mais concentrado em matérias de exatas, facilitando a compreensão e memorização do conteúdo. No sábado o esquema é livre: você pode fazer o mesmo da semana ou se ocupar com outras atividades. A dica é aproveitar esse tempo para ler os livros literários cobrados no vestibular ou revistas e jornais para ficar por dentro do que anda acontecendo no mundo (o tema cobrado nas redações geralmente é de atualidade).

No final da tarde o tempo fica livre para estudar alguma língua estrangeira (que aqui exemplificamos como Inglês) ou praticar algum esporte. A atividade esportiva é importante para arejar a mente, exercitar o corpo e descarregar energias. Nessa época o stress é grande e é preciso fazer com que ele seja dissipado de alguma maneira e o esporte é o mais indicado para este fim.

No fim do dia, DORMIR! É, dormir! Nada de ficar até tarde pra ver um filme ou se empolgar com a novela. O seu corpo precisa de um descanso contínuo de 8 horas por dia para estar capacitado a aprender no dia seguinte. No sábado você está liberado do horário fechado de 22h, porque no domingo não é preciso acordar cedo. No entanto, no domingo é importante lembrar que segunda é dia de índio! Tem que acordar cedo outra vez e aí: dá-lhe estudante às 22h na cama!

A recompensa!

Se você acha que ter sua vaguinha garantida na universidade é a única vantagem, então está completamente enganado. Além de poder estudar um assunto que você realmente escolheu e gosta, o lance é se preparar para as muitas festas que virão. A galera da faculdade é muito animada e sem as preocupações e pressões do pré-vestibular.

Na faculdade, Letícia se espantou com a quantidade de convites para diversão: “as festas aumentaram muito, inclusive durante a semana”. Da mesma maneira aconteceu com Pedro, que hoje participa de vários churrascos, do “futebolzinho” e das festas que o pessoal organiza. “Tem muita curtição, o pessoal é muito animado e a gente se reúne sempre que possível”.

Já Isabela, que mora sozinha em Portugal, afirma que as festas são muitas, mas as responsabilidades também. “As festas aumentaram, mas aqui a gente tem que estudar muito e a responsabilidade cresce. Ao mesmo tempo em que a liberdade aumenta, percebemos que temos que selecionar as baladas, porque temos que começar a estudar uns seis meses antes das provas…”. O tempo que ela necessita para estudar é proporcional à dificuldade dos exames na Universidade de Coimbra, que ela afirma nem ser possível comparar com os exames das universidades brasileiras. E brinca: “Cada prova para passar é como se fosse uma Fuvest!”.


Escrito por Cristian Portela às 11h30
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Fazer ou não uma pós-graduação?

Cerca de 20 anos atrás, ter um diploma de 2º grau era mais do que suficiente para ter um bom emprego garantido. Hoje, obter um diploma de nível superior é básico e como a oferta de cursos em universidades particulares vem crescendo gradualmente, este documento tem sido visto como uma coisa simples de se conseguir (apesar de nem sempre ser verdade). Portanto, no século XXI, para se ter um emprego realmente bom e valorizado no mercado de trabalho é preciso fazer uma pós-graduação.

Mas qual pós é a ideal para você?


A resposta desta pergunta vai depender dos seus objetivos e desejos pessoais. A pós lato sensu é a especialização em alguma tendência mercadológica. É um curso mais prático, com ênfase no suprimento de necessidades corporativas. É ideal para quem já quer sair da faculdade especializado em uma das áreas de seu conhecimento.

Já a pós stricto sensu, composta por mestrado e doutorado, é voltada para quem deseja seguir a carreira acadêmica, ou seja, trabalhar em universidades, seja como pesquisador ou professor. Este tipo de pós gera mais intelectuais para as universidades, principalmente as públicas, e faz com que o número de pesquisas, teses e artigos aumentem consideravelmente, o que faz crescer o prestígio de nossas instituições mundo afora.

Os cursos de MBA (Master in Business Administration) têm como público alvo aqueles profissionais que já estão no mercado de trabalho por pelo menos cinco anos. Como forma para cargos de maior responsabilidade, aqueles que já passaram dos 30 estão entre os profissionais mais cotados. Os cursos formam basicamente executivos de grandes empresas que queiram alavancar a carreira e concorrer a cargos administrativos, como gerências e presidências.

Como em todos os cursos, as pós devem ser feitas em boas e reconhecidas escolas, pois as de primeira linha dão mais credibilidade à formação e atuam até como um “carimbo de inteligência”. É o tipo de informação que pesa no currículo e que pode dar a você e não a outro um cargo importante em uma grande empresa. Porém, não basta achar que o diploma faz da pessoa um bom profissional. Bons profissionais são aqueles que estão aptos a adaptar-se às mudanças exigidas pelo mercado de trabalho e se sobressaírem naquilo que fazem.


Escrito por Cristian Portela às 11h21
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ORIGEM DO VESTIBULAR NO BRASIL

Vestibular: exame obrigatório para ingresso nas universidades no Brasil

A palavra vestibular vem do latim vestibulum, que significa entrada. Antigamente usava-se a expressão “exame vestibular” (exame de entrada), com o passar do tempo passou-se a usar apenas “vestibular” para designar esse tipo de prova.

Até o início do século XX, as universidades brasileiras eram ocupadas por estudantes de colégios tradicionais como o Dom Pedro II no Rio de Janeiro. Com o aumento da procura, que ultrapassou o número de vagas disponíveis, o então Ministro da Justiça e dos Negócios, Rivadávia da Cunha Corrêa, instituiu o vestibular no Brasil, em 1911.

As provas eram escritas e orais, continham questões de língua portuguesa, língua estrangeira, ciências (matemática, física e química) e conteúdo do primeiro ano de faculdade, onde os alunos recorriam a aulas especiais para estudar as matérias específicas, daí o surgimento dos cursinhos.

Nos anos 60 as provas das universidades federais eram realizadas todas no mesmo dia, o que impossibilitava o aluno de concorrer a mais de uma vaga em universidades do país, a não ser pelo vestibular unificado (um mesmo vestibular para várias instituições), que também surgiu nessa época.

Em 1970, foi criada a Comissão Nacional do Vestibular Unificado para regulamentar a seleção, os vestibulares passaram a ter datas distintas e o conteúdo da prova foi restrito a matérias do ensino médio.

A Fuvest foi criada em 1976, unificando os vestibulares da Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Estadual Paulista (Unesp) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Essa unificação durou pouco tempo, em 1983 a Unesp se desvinculou e em 1985 a Unicamp fez o mesmo. Ainda assim, até hoje, a Fuvest continua sendo o maior vestibular do Brasil.


Escrito por Cristian Portela às 11h08
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13/05/2009

   MAIS DICAS PARA VOCÊ...!

Como fazer um bom trabalho individual?

Antes de se municiar com enciclopédias e livros, é interessante saber quais aspectos do tema serão tratados. Um jeito de definir isso é fazer uma lista de todos os pontos possíveis de serem abordados. A partir daí, é só selecionar os tópicos realmente importantes para desenvolver.
Com o tema delimitado, é hora de recolher informações em livros e artigos acessíveis e fáceis de consultar, como manuais didáticos, enciclopédias gerais ou especializadas, revistas, jornais e também na internet. Dependendo do assunto, é possível reunir uma boa variedade de material de pesquisa, abordando os diferentes aspectos do trabalho. Como ler tudo isso? Escolha as fontes que parecem mais interessantes e ricas em informações e comece a destrinchá-las. 
  Obs
.: Para trabalhar com material encontrado na internet, imprima os textos que parecerem realmente úteis. Dessa forma, você não precisa ficar muito tempo conectado a seu provedor.
Reserve um caderno para escrever todas as suas observações e resumos. Não se esqueça: folhas soltas são mais fáceis para anotar, mas também mais fáceis de perder.
Se preferir sublinhar as partes mais importantes no próprio texto, não esqueça de tirar cópias do material – nada de riscar ou escrever em livros e enciclopédias. Para entender bem o conteúdo de um texto, é interessante fazer mais de uma leitura. Assim, vá em frente: leia cada um dos textos uma vez, prestando bastante atenção àquilo que eles dizem. Depois, faça a segunda leitura e, então, vá anotando ou sublinhando todas as informações que considerar relevantes para seu trabalho.
 
Redação final
: A idéia é não simplesmente copiar o material, mas escrever com suas palavras o que entendeu dos textos analisados. Saiba que redigir um texto sobre um assunto que era quase desconhecido pode ser muito fascinante. Só assim você vai perceber quanta coisa aprendeu em tão pouco tempo!
A partir do roteiro, tente alinhar todas as anotações feitas anteriormente, reescrevendo-as com suas palavras e encaixando-as nos itens que você se propõe a desenvolver. Lembre-se: em um trabalho bem-feito, os textos são bem encadeados e os conteúdos, relacionados. Não perca tempo escrevendo coisas que estão além do que foi proposto

Depois de tudo escrito, faça um balanço do material, verificando se a redação final está compreensível e bem encadeada, se você já escreveu tudo o que sabe e acha importante sobre o tema ou se ainda falta alguma coisa.
  Arremates finais: Quando você estiver satisfeito com o resultado do texto, vale caprichar também na apresentação. Dê um título bem expressivo para seu trabalho e organize a bibliografia. A bibliografia deve incluir os dados sobre todo o material que você utilizou para desenvolver a pesquisa, incluindo endereços dos sites consultados na internet.

                                                                       Aprenda a fazer trabalho em grupo

 

 Um trabalho em grupo não pode ser retalhado! Onde cada pedaço é feito por um aluno, juntam-se todas as partes, mistura-se de qualquer jeito e pronto: o resultado é um terror. Cuidado! Essa é a forma errada de construir um trabalho em grupo. Na verdade, tudo não passa de um quebra-cabeça que deve ser montado coletivamente, com a participação de todos os integrantes. Para isso é preciso organização, bom senso e arregaçar as mangas para pesquisar. Veja abaixo algumas dicas e observe que trabalhar em grupo pode ser uma ótima experiência. É uma boa oportunidade para compartilhar idéias, respeitar opiniões e desenvolver seus potenciais.
 
Equipe: Você pode aprender muitas coisas legais com o grupo: compartilhar idéias com os colegas, conhecer diferentes opiniões, trabalhar e buscar soluções em conjunto. Você ainda aprende a negociar e a ser diplomático. Tudo isso, no fundo, é uma forma de se preparar para a vida profissional.
 
Formação: O primeiro passo é a formação dos grupos. O critério de escolha geralmente é do professor. Os grupos podem se formar por afinidade, por interesse de assunto ou ainda por sorteio. O importante é que você se dê bem com o resto da equipe para que o andamento do trabalho seja bastante produtivo.
Normalmente o professor escolhe um tema geral, que é dividido em subtemas. Cada subtema deve ser desenvolvido por um grupo. Por exemplo, se o tema geral for a devastação do meio ambiente no Brasil, poderá ser dividido em vários subtemas, como o desmatamento na Amazônia, a destruição da Mata Atlântica e assim por diante.

 
Planejamento: Cada grupo deve, inicialmente, discutir em conjunto o subtema proposto. O ideal é que cada aluno exponha o que entendeu sobre o tema e o que sabe sobre o assunto. Depois, liste no papel todos os pontos possíveis de ser abordados. Em seguida, escolha aqueles que realmente devem ser desenvolvidos. Exemplo: se o subtema escolhido for a destruição da Mata Atlântica, os pontos levantados poderão ser: a vegetação original e sua localização; a fauna e o ecossistema; a devastação e suas conseqüências para o meio ambiente; e soluções para o problema, como o reflorestamento. Cada assunto pode virar um capítulo do trabalho final.
 
Dividir tarefas: Cada aluno pode escolher o tema de que mais gosta. Dentro de cada assunto, os estudantes ainda podem se dividir na pesquisa. Por exemplo, se três alunos decidirem pesquisar a vegetação original da Mata Atlântica, um deles poderá procurar informações em livros; outro, em jornais e revistas; e o terceiro, na internet. Solicite ao professor as fontes de pesquisa e a bibliografia.
  Cronograma: Para colocar ordem no trabalho, o grupo deve eleger um coordenador – que pode variar em cada fase do trabalho. Ele será responsável por organizar o trabalho e acompanhar seu andamento. Outro ponto importante: o cronograma. Defina datas para reuniões e para a entrega das redações individuais e do texto final. Lembre-se de que trabalho entregue fora do prazo pode acarretar perda de pontos na nota.
 Reuniões: Podem ser realizadas na própria escola, na biblioteca, na sala de aula, na casa dos alunos ou ainda na internet. Não se esqueça de levar o material pesquisado e solicitado para o encontro. Em cada reunião, você e seus colegas devem escrever em uma agenda tudo o que foi discutido. Dessa forma, todo mundo fica concentrado. No final, todos devem falar o que compreenderam da reunião. Isso é importante para ter certeza de que todos entenderam a mesma coisa.
    


Escrito por Cristian Portela às 16h58
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                                                                              Interrupções

Telefonemas interrompem sua concentração e quebram seu ritmo de estudo. Quanto mais constantes eles forem, mais lenta será sua produção. Fofocas, passatempos e pessoas que não tem ocupação, acabam atrapalhando seu horário de estudo e perdendo tempo.
 
Procure observar quem o interrompe e quais os objetivos, na maioria das vezes é sempre a mesma pessoa.
 
Se possível, estude em lugar isolado, por onde não transitem pessoas livremente. Tire, por exemplo, cadeiras confortáveis das proximidades de sua mesa, para que você não seja incomodado por alguém.
 
Deixe claro que você está atarefado. Continue com a caneta em posição de escrever, a máquina ligada ou o papel na mão, mostrando que você deseja continuar sua tarefa. Diga que você tem pouco tempo disponível e seja bem objetivo.
 
Não deixe que essas interrupções sirvam de desculpas para mais perda de tempo. Assim que a pessoa for embora, reinicie seus estudos.
  Seja flexível e criativo, lembre-se que sair da rotina dá mais sabor à vida, aumenta nossa experiência e amplia as possibilidades de realizações.

                                                                              Vestibular

                                                                                     

  O local de estudo deve ser limpo, quieto, bem iluminado pelo sol, arejado e confortável. Deve ser um local em que você se sinta bem. A cadeira e a mesa devem ser adequadas ao seu peso/tamanho. O ambiente de estudo deve ser simples mas bem organizado. Dê preferência a sua casa, a fim de não perder tempo andando pelo trânsito...
Acostume-se a usar sempre os mesmos lápis e canetas que você levará no dia da prova, para se familiarizar com o material e diminuir o nervosismo na hora do exame. 
Quando estiver na sala do exame, imagine-se no seu ambiente de estudo e esqueça dos outros vestibulandos ao redor. Saiba que você é o seu próprio fator limitante no vestibular e a concorrência não importa, pois eles provavelmente estarão suando frio durante a prova.
Para se obter sucesso no auto-estudo é preciso planejar seu horário, priorizando as disciplinas nas quais esteja mais fraco e estabelecendo um horário para cada uma dessas matérias. Dedique o resto do dia ao estudo das matérias menos prioritárias. Estude seis horas por dia, sete dias por semana e estude o máximo que puder, numa boa e com tranqüilidade. Será cansativo, mas será um grande investimento para o seu futuro. É melhor investir o tempo dessa maneira, não é mesmo? Boa sorte!

                               Aproveite mais o seu tempo

 Primeiramente perguntamos... Como o tempo passou rápido?!
O tempo pode ser perdido, mas nunca recuperado. Não pode ser acumulado, deve ser gasto! Somos responsáveis pelo tempo...
Separe tempo para trabalhar - é o preço do sucesso.
Separe tempo para pensar - é a fonte do poder.
Separe tempo para divertir-se - é o segredo da juventude eterna.
Separe tempo para ler - é a fonte da sabedoria.
Separe tempo para fazer amizade - é o caminho da felicidade.
Separe tempo para sonhar - é engatar seu vagão numa estrela.
Separe tempo para amar e ser amado - é o privilégio dos remidos.
Separe tempo para olhar a sua volta - o dia é muito curto para ser egoísta.
Separe tempo para rir - é a música da alma.
Para saber aproveitar o tempo, descreva o que você fez durante uma semana, como você utiliza o tempo na escola, nos trabalhos e nos finais de semana. Depois relate o que deve permanecer e o que deve ser mudado para chegar o mais próximo possível da semana ideal.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Escrito por Cristian Portela às 16h57
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